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10
mar
Desfralde de Meninos: 11 Acessórios Divertidos & Úteis

Acho que uma das fases mais trabalhosas do bebê é o desfralde.

Eu já desfraldei minhas duas filhas e em breve vou desfraldar meu filho. Felizmente eu consegui desfradá-las em pouco tempo e confesso que usei todos os recursos que achei para facilitar esse momento. Olha só o que eu achei de interessante e super divertido para ajudar o desfralde dos meninos. Com certeza com vou usar essas dicas quando chegar a vez do David!

 

♥ Antes quero que saiba que não estou aqui para vender nenhum produto. Diferente de muitos blogs – que recebem por indicações – eu não estou comprometida com qualquer empresa. Meu objetivo aqui é te ajudar.

Colagem Desfralde Menino 2

  1. Pinico Bombeiro
  2. Mini Pinico Portátil
  3. Alvos Divertidos em Papel 
  4. Adesivo Alvo 
  5. Mini Mictório Sapo
  6. Cuecas Anti-Vazamento
  7. Mini Mictório Pinguim
  8. Tampa Protetora
  9. Alvos que Inflam 
  10. Tabela de Pontos de Treinamento
  11. Mini Pinico Portátil de Elefantinho

 

Mães de meninos, o que acharam? O que vocês já fizeram no desfralde que ajudou muito?

Tem alguns itens que podem ser usados para meninas também, como: o mini pinico portátil (2), os alvos que inflam (9) e a tabela de pontos de treinamento (10). o mini pinico portátil de elefantinho (11) tem uma versão para meninas.

Vou fazer um post com dicas especiais para o desfralde de meninas. Inscreva-se no blog e receba por email.

Bjs,

LALÁ 

Imagens: Google

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6
mar
Disney com Crianças: as 5 Dicas que Você Precisa Saber

Sempre me perguntam se acho que vale a pena viajar com bebê e criança pequena. Minha resposta é: sim! Viajar com crianças é a coisa mais gostosa do mundo! Mas, com certeza não é fácil, especialmente para a Disney.

Disney com criancas

Já viajei para a Disney mais de 7 vezes de todos os jeitos: grávida, com bebê, com 2 crianças, com 2 crianças e grávida, com 2 crianças e 1 bebê.

Ter viajado algumas vezes para o mesmo destino com certeza me abriu os olhos para alguns detalhes que podem facilitar e muito a viagem com crianças. Então, depois de passar alguns perrengues e ter aprendido com essas dificuldades, aqui estão as 5 dicas essenciais para você não passar nenhum sufoco na Disney com as crianças.

Prepara o papel e a caneta, porque as dicas são boas 😉

·
♥ Antes quero que saiba que não estou aqui para vender nenhum produto. Diferente de muitos blogs – que recebem por indicações – eu não estou comprometida com qualquer empresa. Meu objetivo aqui é te ajudar.

 

1) Carrinho Certo

Os parques da Disney são muito grandes e portanto andamos muito todos os dias. Se o ritmo é cansativo até para os adultos, imagine para as crianças! Mesmo as criancas que não usam mais carrinho vão precisar de um carrinho na Disney.

O carrinho serve não só para a criançada descansar as perninhas, mas também para tirar um cochilo e até para eles dormirem quando ficamos até tarde nos parques.

O carrinho tem que ser: confortável (tem que reclinar para a criança conseguir dormir, não precisa deitar 180), leve e fácil de desmontar (porque tem que montar e desmontar várias vezes para entrar em alguns brinquedos e para se locomover em trem/ônibus/carro).
Você pode levar o seu, comprar um novo lá ou alugar.

*ALUGAR:

  • Carrinho da Disney: ótima opção, mas é a caminhada na saída do parque (até o ônibus/carro e depois até o quarto no resort) que fica mais puxado. E infelizmente o carrinho alugado deve ser entregue na saída do parque. Se você aluga num dos parques, durante aquele mesmo dia se você for para outro parque pode pegar outro carrinho sem custo adicional.

Carrinho Disney

  • Locadoras de carrinhos: alugam carrinhos “de verdade”, mais confortáveis e que podem ser levados até o hotel: Kingdom Strollers, Magic Stroller, Orlando Stroller Rentals. (Nunca testei nehuma dessas empresas, mas pelo que pesquisei são as mais indicadas.)

 

*COMPRAR: a vantagem de comprar é que depois você pode usar no resto da viagem e levar para o Brasil. O preço nos Estados Unidos é sem dúvida muito menor do que aqui, além disso existe uma variedade muito maior de carrinhos. Eu comprei pela internet e pedi para entregar no meu hotel em Orlando.

Seguem abaixo as minhas sugestões – duas opções mais caras, se vc quiser investir num carrinho para usar no Brasil depois. E uma mais baratinha, mas que super funcionou pra gente nessa última viagem.

  • Yoyo da Baby Zen (US$495): eu tenho e amo muito, tanto que fiz um post só dele aqui. Levamos para a Disney e só comprei o Delta (imagem abaixo), porque precisava de mais uma carrinho para acomodar as 3 crianças.
  • GB Pockit da Child USA (US$195): É o carrinho mais compacto do mundo! Veio pra concorrer com o Yoyo e tem feito bastante sucesso. O preço é bem melhor que do Yoyo…
  • Carrinho da Kolkraft à venda nos parques da Disney: Já compramos umas 2 vezes, porque esquecemos o nosso carrinho e porque o carrinho para alugar da Disney não reclina. Adoramos, justamente porque o assento reclina um pouco, diferente da maioria dos carrinhos desse estilo.
  • Delta Children City Street LX Side by Side (US$70): O nosso escolhido para a última viagem. Super indico! Queríamos um carrinho duplo que não fosse um trambolho e ele foi perfeito. Muito prático e leve.

Carrinho Duplo Delta Disney

 

2) Identificação nas Crianças

Já pensou se uma criança se perde na Disney?

Grandes chances da criança não conseguir se comunicar por ser muito pequena ou por estar com medo, vergonha ou simplesmente pela dificuldade da língua diferente.

Eu não gosto nem de pensar em coisas ruins, principalmente com meus filhos, mas planejar uma viagem com criança significa antecipar possíveis problemas para evitá-los. Por isso, essa dica é tão importante: identifique seus filhos!

Aqui estão algumas opções de identificação que super funcionam:

Tatuagem com Identificação Disney

IMG_0032

Tag para Tenis Disney

Bracelete Identificador com Plaquinha Disney

 

Achei todas essas opções na Amazon, digitando: “ID bracelet”. Aparecem muitas opções, essas foram as minhas favoritas. Se você gostou da tatuagem (temporário, claro!), é só digitar “ID tattoo” na Amazon também. Eles podem entregar no seu hotel. 😉

 

3) Baixar os Apps Oficiais dos Parques

Vale muito a pena baixar os aplicativos dos parque, porque otimiza e muito o nosso tempo! Não sei mais como visitar um parque sem usar esse recurso. O que mais nos ajudava era ver o tempo de espera em cada brinquedo. Assim, a gente ia monitorando e deixava para ir naquele brinquedo ou atração super concorrido quando a fila diminuísse. Isso tudo sem precisar ficar passando na frente para checar a fila. Eu uso também para ver onde tem o restaurante ou banheiro mais próximo. (Nós mães sabemos que as crianças só nos avisam que querem fazer xixi no último minuto)

Apps que sugiro:

App Disney

App Tempo de Espera Disney

 

4) Vestir as Crianças com Cores Fortes

Parece uma coisa tão boba, mas a verdade é que faz muita diferença e facilita e muito. Imagina centenas de crianças de todas as idades, inclusive do seu filho, todas bem pertinho e com roupas parecidas. Agora imagine esse mesmo cenário, mas seu filho com um casaco amarelo (daqueles tipo marca-texto) ou azul turquesa. Não fica mais fácil de identificar do que se estivesse de preto? Em grandes aglomerações, bastam alguns segundos para uma criança se perder e a cor em destaque fará essa diferença.

 

5) Levar Comida 

Nem sempre conseguimos achar comida saudável na Disney, aliás, é beem difícil de achar! Então, se você puder levar de casa/hotel uma comidinha saudável e gostosa é muito melhor! Nós ficamos em um quarto de hotel que era meio apartamento e tinha uma cozinha americana, então, nós conseguíamos fazer uma comidinha para David que é ainda pequenininho (1 ano e 1 mês). Ele não gostou muito da comida dos parques e só assim comia direitinho. Nós fazíamos arroz com fiezinhos de peixe empanados (daqueles congelados – eu sei que é a coisa mais saudável do mundo, mas era o que dava para fazer no quarto do hotel…), purê de batata com filezinho ou sopinha de legumes.

Outra dica é também levar água. Na Disney tem pra vender, mas eu preferia levar de casa na garrafinha térmica que as crianças estão acostumadas a beber.

Thermos Disney

 

Pote Termico Thermos Viagem

E aproveite e leve também alguns lanchinhos que quebram super o galho naquelas horas que a fome chega e estamos no meio da fila do brinquedo! Vale qualquer coisa prática: maçã, bolachinha, queijinho…

Ah! E quando tiver que ir em algum restaurante nos parques, evite os horários de pico (os americanos costumam almoçar e jantar bem cedo).

Arroz de Microondas Disney

Espero que essas dicas facilitem a sua viagem!

Pode deixar a sua dúvida aqui embaixo nos comentários que prometo responder o quanto antes. 😉

Ah! E se você tiver alguma dica, vou adorar saber!

Bjs,

LALÁ 


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6
jan
Por que eu tive 3 cesáreas – 3ª Parte

Acho que não tinha post melhor para começar o ano do que esse. :) Aqui fecho um capítulo importante da minha vida. Sofri, refleti e amadureci muito durante todo o processo.

Esse era para ser o ultimo post de uma série de 3 que contei como foram os meus 3 partos e o porquê, mesmo sem desejar, eu tive 3 cesáreas. Mas, a verdade e que ficou tão grande que achei melhor dividir. Abaixo está o relato do parto do David e daqui alguns dias vou postar a minha conclusão depois de 3 cesáreas.

 

Dá para ter parto natural depois de duas cesáreas?

Sempre quis ter 3 filhos. Bella já estava com 5 anos e Nina com 3, Caio também queria mais um, então decidimos “parar de evitar” em janeiro de 2015.

Nesse mesma época viajamos para a Índia e já voltei grávida de lá. Foi tão rápido que nem deu tempo de “tentar um menino” fazendo aqueles truques.

Com 8 semanas fiz o exame de sangue para descobrir o sexo e não é que era um menino?! Nossa, que frio na barriga! Me senti mãe pela 1ª vez de novo. As crianças amaram a novidade!

A gestação foi saudável até a 13ª semana, quando tive um grande sangramento.

Eu estava deitada e quando levantei vi uma enorme poça de sangue na cama. Eu não sabia o que fazer, fiquei desesperada.

Liguei para o meu marido e também para os dois obstetras que conhecia (o que fez o parto da Bella e o que fez o parto da Nina) e para aumentar o meu desespero, cada um falou pra fazer uma coisa: ir para o hospital e ficar deitada.

Liguei para o meu padrasto que é médico urologista e ele disse que era melhor ficar em casa, porque se entrasse num hospital e seguisse todo o protocolo, com exame de toque e etc, eu provavelmente perderia o bebê.

Dentro do meu coração eu sentia que precisava ficar deitada, mas eu também precisava saber o que estava acontecendo. Segui a minha intuição e fui deitada no banco de trás do carro, com meu marido dirigindo até o laboratório que fica há uns 5 minutos de casa e fiz um ultrassom de emergência.

Ouvir os batimentos do bebê foi uma das sensações mais felizes que senti. Parecia a emoção do bebê nascendo… Ele estava bem, mas eu tinha um enorme descolamento de âmnio e corria o risco de perder o bebê. Foi um soco no estômago saber disso.

Conversei com os obstetras (ainda não havia decidido qual faria meu parto) e a divergência de protocolos continuou: um me disse para seguir em repouso e o outro, o do parto humanizado, disse para seguir minha vida normal, sem nenhum repouso, afinal, como mesmo ele disse: se fosse para o feto vingar, ele resistiria ao descolamento sem repouso mesmo.

Eu não quis correr nenhum risco desnecessário e optei por fazer o repouso.

Paralelo ao meu descolamento, recebi a pior notícia da vida. Meu marido foi fazer um exame de rotina e descobriu que estava doente e tinha que fazer uma cirurgia de emergência.

Era o momento mais delicado da vida do meu marido e eu não pude estar ao seu lado no hospital por conta do repouso. Nossa, como foi difícil! Graças a D’us tudo correu bem.

Fiquei de repouso até 30 semanas de gravidez. Fiz o repouso que deu com 2 filhas pequenas (que querem colo especialmente porque você está grávida), meu marido doente e uma funcionária que ameaçava ir embora toda semana. Contei muito com a ajuda da minha família nesse momento.

Apesar de todas as dificuldades, eu não me sentia só, era eu e meu bebê, juntos!

Cada dia que passava e o Caio melhorava e o bebê crescia bem era uma vitória. Dia de ultrassom era um dia tenso até sair o resultado.

Li tudo que pude a respeito do VBACs 2 (parto vaginal após 2 cesáreas). Consultei mais de 6 médicos e 5 deles disseram que parto natural seria muito arriscado para o bebê e para mim, afinal eu já tinha duas cicatrizes de cesáreas prévias e tinha um descolamento de âmnio.

O único que dizia ser viável tentar um parto normal, era o obstetra humanizado que havia feito o parto da minha 2ª filha. E mesmo assim, ele disse que eu correria um risco, afinal não havia nada 100% seguro.

Eu queria MUITO conseguir parir meu bebê, era meu sonho conseguir com que ele chegasse ao mundo da maneira mais natural. Mas, em primeiro lugar sem dúvida vinha a saúde dele e a minha, especialmente depois de todas as dificuldades dessa gestação.

Eu não queria passar pelo susto que passei no 2º parto. Só eu sei o que senti quando o parto natural virou uma cesárea de emergência, com risco para o bebê e para mim.

Mas eu teria que fazer uma escolha, o parto natural e a cesárea seguem caminhos muitos diferentes. Se fosse tentar parto natural, teria que optar pela equipe humanizada, doula, iniciar os exercícios com EPI-NO, meditações, hipnobirthing. Como foi difícil tomar essa decisão.

Lembro de quando tive um clique e tomei a decisão. Foi numa consulta com o obstetra humanizado, quando eu estava perguntando para ele sobre os riscos de uma VBAC2, especialmente após a minha 2ª cesárea que foi de emergência (havia sido feita por ele) e o quanto eu não queria passar por aquele risco novamente e ele me disse que o parto da Nina tinha sido absolutamente normal, sem nenhuma complicação.

Oi?!! Eu vivi aquele desespero, por que negar isso? Como assim? Foi aí que percebi o quanto aquele médico era radical, para não dizer outra coisa… Ficou tudo muito claro, desde o início eu não concordei com o protocolo dele e optei pelo repouso. E tudo estava indo muito bem.

Foi aí que pensei: Larissa, você é uma mulher madura, infelizmente não vai dar para ter o parto dos seus sonhos, mas o que importa não é como o bebê vai chegar e sim se ele vai chegar com saúde. Você já tem 2 filhas, você é responsável por 3 vidas, não dá para correr um risco desnecessário.

Assim, aos 8 meses de gestação eu decidi seguir com uma equipe que indicava a cesárea como forma mais segura.

O meu combinado com o obstetra foi: vamos esperar o bebê dar o sinal que a hora dele nascer chegou, quero entrar em trabalho de parto, não vamos agendar nada. Segui meu coração, era o mínimo que eu poderia fazer pelo meu bebê.

Comecei a sentir as dores das contrações um dia antes do David nascer (a tal da fase latente). Fiquei com contrações não ritmadas por mais de 24 horas, até que começaram a ritmar e quando já estavam bem fortes, de 5 em 5 minutos meu marido me levou para o hospital. (Hoje escrevendo isso me pergunto, será que não me arrisquei esperando tanto? Mas, na hora lembro de estar tão tranquila, tinha uma sensação muito forte que dizia estar fazendo a coisa certa. E eu estava em contato com o obstetra todo o tempo.)

Chegando no hospital, um minuto antes de entrar na sala para cesárea, eu pedi para ver qual era a minha dilatação: apenas 1 dedo de dilatação… E lá fui eu para mais uma cesárea.

Colagem Por que Eu Tive 3 Cesáreas - Parte 3a

Naquele momento passou um filminho de todas as 3 vezes que eu tentei parir e acabei com um corte na barriga. Foi um choro tão triste, me senti tão sozinha.

Chorei por tudo que passei, pelo medo de perder o David, de perder o Caio.

Mas, passou logo, passou assim que ouvi o chorinho do David. E como um sonho estávamos nós 3 juntos, todos cheios de saúde.

colagem-parto-david-2

E se não deu para ser um parto natural, foi uma cesárea humanizada, sem intervenções desnecessárias no bebê. Dessa vez eu sabia dos meus direitos e o que eu queria para o meu filho, então fiz valer meu plano de parto. Eu pude ficar com o David o tempo todo e amamentá-lo logo após seu nascimento. O David nasceu saudável, com 3.500kg e com muita fome.

colagem-david-recem-nascido-maternidade

Imagens: Olivian Moioli

 

O parto do David foi tão especial que no centro cirúrgico estavam nada menos que: meu marido (claro), meu irmão caçula que está fazendo medicina e meu padrasto que é médico. Eu com certeza estava muito bem acompanhada!

Espero de coração que eu possa ter ajudado de alguma forma, assim como tantos relatos de mães me ajudaram durante todo o meu processo, desde a primeira gravidez até hoje.

Um super beijo e um chegada abençoada para o seu bebê! E se você já teve filho, se identificou com as minhas histórias? Deixa um comentário pra gente! 😉

Bjs,

LALÁ


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