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6
jan
Por que eu tive 3 cesáreas – 3ª Parte

Acho que não tinha post melhor para começar o ano do que esse. :) Aqui fecho um capítulo importante da minha vida. Sofri, refleti e amadureci muito durante todo o processo.

Esse era para ser o ultimo post de uma série de 3 que contei como foram os meus 3 partos e o porquê, mesmo sem desejar, eu tive 3 cesáreas. Mas, a verdade e que ficou tão grande que achei melhor dividir. Abaixo está o relato do parto do David e daqui alguns dias vou postar a minha conclusão depois de 3 cesáreas.

 

Dá para ter parto natural depois de duas cesáreas?

Sempre quis ter 3 filhos. Bella já estava com 5 anos e Nina com 3, Caio também queria mais um, então decidimos “parar de evitar” em janeiro de 2015.

Nesse mesma época viajamos para a Índia e já voltei grávida de lá. Foi tão rápido que nem deu tempo de “tentar um menino” fazendo aqueles truques.

Com 8 semanas fiz o exame de sangue para descobrir o sexo e não é que era um menino?! Nossa, que frio na barriga! Me senti mãe pela 1ª vez de novo. As crianças amaram a novidade!

A gestação foi saudável até a 13ª semana, quando tive um grande sangramento.

Eu estava deitada e quando levantei vi uma enorme poça de sangue na cama. Eu não sabia o que fazer, fiquei desesperada.

Liguei para o meu marido e também para os dois obstetras que conhecia (o que fez o parto da Bella e o que fez o parto da Nina) e para aumentar o meu desespero, cada um falou pra fazer uma coisa: ir para o hospital e ficar deitada.

Liguei para o meu padrasto que é médico urologista e ele disse que era melhor ficar em casa, porque se entrasse num hospital e seguisse todo o protocolo, com exame de toque e etc, eu provavelmente perderia o bebê.

Dentro do meu coração eu sentia que precisava ficar deitada, mas eu também precisava saber o que estava acontecendo. Segui a minha intuição e fui deitada no banco de trás do carro, com meu marido dirigindo até o laboratório que fica há uns 5 minutos de casa e fiz um ultrassom de emergência.

Ouvir os batimentos do bebê foi uma das sensações mais felizes que senti. Parecia a emoção do bebê nascendo… Ele estava bem, mas eu tinha um enorme descolamento de âmnio e corria o risco de perder o bebê. Foi um soco no estômago saber disso.

Conversei com os obstetras (ainda não havia decidido qual faria meu parto) e a divergência de protocolos continuou: um me disse para seguir em repouso e o outro, o do parto humanizado, disse para seguir minha vida normal, sem nenhum repouso, afinal, como mesmo ele disse: se fosse para o feto vingar, ele resistiria ao descolamento sem repouso mesmo.

Eu não quis correr nenhum risco desnecessário e optei por fazer o repouso.

Paralelo ao meu descolamento, recebi a pior notícia da vida. Meu marido foi fazer um exame de rotina e descobriu que estava doente e tinha que fazer uma cirurgia de emergência.

Era o momento mais delicado da vida do meu marido e eu não pude estar ao seu lado no hospital por conta do repouso. Nossa, como foi difícil! Graças a D’us tudo correu bem.

Fiquei de repouso até 30 semanas de gravidez. Fiz o repouso que deu com 2 filhas pequenas (que querem colo especialmente porque você está grávida), meu marido doente e uma funcionária que ameaçava ir embora toda semana. Contei muito com a ajuda da minha família nesse momento.

Apesar de todas as dificuldades, eu não me sentia só, era eu e meu bebê, juntos!

Cada dia que passava e o Caio melhorava e o bebê crescia bem era uma vitória. Dia de ultrassom era um dia tenso até sair o resultado.

Li tudo que pude a respeito do VBACs 2 (parto vaginal após 2 cesáreas). Consultei mais de 6 médicos e 5 deles disseram que parto natural seria muito arriscado para o bebê e para mim, afinal eu já tinha duas cicatrizes de cesáreas prévias e tinha um descolamento de âmnio.

O único que dizia ser viável tentar um parto normal, era o obstetra humanizado que havia feito o parto da minha 2ª filha. E mesmo assim, ele disse que eu correria um risco, afinal não havia nada 100% seguro.

Eu queria MUITO conseguir parir meu bebê, era meu sonho conseguir com que ele chegasse ao mundo da maneira mais natural. Mas, em primeiro lugar sem dúvida vinha a saúde dele e a minha, especialmente depois de todas as dificuldades dessa gestação.

Eu não queria passar pelo susto que passei no 2º parto. Só eu sei o que senti quando o parto natural virou uma cesárea de emergência, com risco para o bebê e para mim.

Mas eu teria que fazer uma escolha, o parto natural e a cesárea seguem caminhos muitos diferentes. Se fosse tentar parto natural, teria que optar pela equipe humanizada, doula, iniciar os exercícios com EPI-NO, meditações, hipnobirthing. Como foi difícil tomar essa decisão.

Lembro de quando tive um clique e tomei a decisão. Foi numa consulta com o obstetra humanizado, quando eu estava perguntando para ele sobre os riscos de uma VBAC2, especialmente após a minha 2ª cesárea que foi de emergência (havia sido feita por ele) e o quanto eu não queria passar por aquele risco novamente e ele me disse que o parto da Nina tinha sido absolutamente normal, sem nenhuma complicação.

Oi?!! Eu vivi aquele desespero, por que negar isso? Como assim? Foi aí que percebi o quanto aquele médico era radical, para não dizer outra coisa… Ficou tudo muito claro, desde o início eu não concordei com o protocolo dele e optei pelo repouso. E tudo estava indo muito bem.

Foi aí que pensei: Larissa, você é uma mulher madura, infelizmente não vai dar para ter o parto dos seus sonhos, mas o que importa não é como o bebê vai chegar e sim se ele vai chegar com saúde. Você já tem 2 filhas, você é responsável por 3 vidas, não dá para correr um risco desnecessário.

Assim, aos 8 meses de gestação eu decidi seguir com uma equipe que indicava a cesárea como forma mais segura.

O meu combinado com o obstetra foi: vamos esperar o bebê dar o sinal que a hora dele nascer chegou, quero entrar em trabalho de parto, não vamos agendar nada. Segui meu coração, era o mínimo que eu poderia fazer pelo meu bebê.

Comecei a sentir as dores das contrações um dia antes do David nascer (a tal da fase latente). Fiquei com contrações não ritmadas por mais de 24 horas, até que começaram a ritmar e quando já estavam bem fortes, de 5 em 5 minutos meu marido me levou para o hospital. (Hoje escrevendo isso me pergunto, será que não me arrisquei esperando tanto? Mas, na hora lembro de estar tão tranquila, tinha uma sensação muito forte que dizia estar fazendo a coisa certa. E eu estava em contato com o obstetra todo o tempo.)

Chegando no hospital, um minuto antes de entrar na sala para cesárea, eu pedi para ver qual era a minha dilatação: apenas 1 dedo de dilatação… E lá fui eu para mais uma cesárea.

Colagem Por que Eu Tive 3 Cesáreas - Parte 3a

Naquele momento passou um filminho de todas as 3 vezes que eu tentei parir e acabei com um corte na barriga. Foi um choro tão triste, me senti tão sozinha.

Chorei por tudo que passei, pelo medo de perder o David, de perder o Caio.

Mas, passou logo, passou assim que ouvi o chorinho do David. E como um sonho estávamos nós 3 juntos, todos cheios de saúde.

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E se não deu para ser um parto natural, foi uma cesárea humanizada, sem intervenções desnecessárias no bebê. Dessa vez eu sabia dos meus direitos e o que eu queria para o meu filho, então fiz valer meu plano de parto. Eu pude ficar com o David o tempo todo e amamentá-lo logo após seu nascimento. O David nasceu saudável, com 3.500kg e com muita fome.

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Imagens: Olivian Moioli

 

O parto do David foi tão especial que no centro cirúrgico estavam nada menos que: meu marido (claro), meu irmão caçula que está fazendo medicina e meu padrasto que é médico. Eu com certeza estava muito bem acompanhada!

Espero de coração que eu possa ter ajudado de alguma forma, assim como tantos relatos de mães me ajudaram durante todo o meu processo, desde a primeira gravidez até hoje.

Um super beijo e um chegada abençoada para o seu bebê! E se você já teve filho, se identificou com as minhas histórias? Deixa um comentário pra gente! 😉

Bjs,

LALÁ


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7
dez
Por que eu tive 3 cesáreas – 2ª Parte

“Foi parto normal?”

Acho que ninguém tem ideia do quanto essa pergunta mexe comigo e respondê-la apenas com um “não, foi cesárea” é frustrante pra mim. Eu queria explicar o motivo, mas quase ninguém está a fim de ouvir 3 relatos de parto e toda a explicação do porquê eu não tive parto normal.

Então, depois de anos passando por isso eu tomei coragem e decidi por tudo pra fora (no melhor jeito que pude) e gritar para os 4 cantos por que eu tive 3 cesáreas.

Escrever esse post funcionou como uma terapia pra mim e se puder ajudar você também, nossa, será a glória! Saber que não estamos sozinhas faz toda a diferença!

Aqui está o resultado, espero que gostem:

O post ficou gigante, por isso dividi em 3 partes. Segue a 2ª parte, com o relato do parto da Nina, minha filha do meio. (Clique aqui para ler a 1ª parte)

 

Por um triz

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2ª gestação foi super saudável assim como a 1ª.  Mas, dessa vez foi tudo diferente.

Foi aí que conheci o parto humanizado e mergulhei a fundo nesse universo. Estava mais madura e realmente entendi o porquê desse parto ser tão especial e na minha opinião ser a melhor opção para a chegada do bebê. Queria que a chegada da Nina fosse a mais suave possível, sem intervenções desnecessárias, cheia de amor.

Fiz todos os cursos possíveis para me preparar para o parto natural humanizado. Assisti palestras semanais com relatos de mães (foi aí que percebi a importância de um relato, de saber que não estamos sozinhas). Escolhi uma equipe médica humanizada (obstetra, obstetriz e doula) que fosse respeitar o meu plano de parto. Fiz epi-no com uma fisioterapeuta, pilates, yoga para gestantes e hypnobirthing. Meu marido participou de toda a preparação, o que nos deixou ainda mais próximos, foi muito especial.

Nesse meio tempo quase fomos morar em Miami (fiz pré-natal por 3 meses por lá), mas mudei de ideia quando soube que a minha cesárea prévia seria um impedimento para um parto natural.

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Bom, de volta à São Paulo, entrei em trabalho de parto com 41 semanas e 3 dias.

No total foram 20 horas até chegar aos 8cm de dilatação, sem anestesia, sem intervenções, como havia planejado e desejado. Senti muita dor e no final estava bem cansada. Entrei na Partolândia (termo que aprendi nesses encontros de preparação para o parto natural), era como se estivesse em outro planeta, porque são tantos sentimentos intensos ao mesmo tempo: muita dor + ansiedade + medo + cansaço + vontade de desistir + vontade continuar + alegria + gratidão + força + desespero + o que você possa imaginar!

Até que em um exame de toque, já no hospital, o médico constatou um sangramento muito grande na placenta.

Acho que foi o maior susto da minha vida! Era caso de ameaça de rotura uterina e teríamos que fazer uma cesárea de emergência. Se existia algum risco nessa tentativa de parto normal após a cesárea, era esse, e aconteceu bem comigo!

Em menos de 10 minutos eu estava na sala de cirurgia, chorando e torcendo para a minha bebê nascer bem e dar tudo certo. Em meio às contrações de 1 em 1 minuto tomei anestesia.

Chorei muito, era um misto de sentimentos, medo, frustração, esperança… Nesse momento a única coisa que importava era a minha filha nascer bem.

Graças a D’us, Nina nasceu super saudável. Ela nasceu com 2,960kg, super cabeluda e pequeninha.

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Eu amo essa foto! Os olhos cheios de lágrimas do Caio e o nariz amassadinho da Nina simbolizam muito bem o que foi esse parto. Meu amor pelo meu marido multiplicou depois de tudo o que passamos juntos.

Nessa situação de emergência, é óbvio que as coisas não saíram como planejei no meu plano de parto, mas o que deu para fazer foi feito: a doula colocou as músicas que eu tinha escolhido (não sei como ela lembrou disso em meio a tanto desespero, mas sou grata, porque de fato me acalmou um pouco) e logo que a Nina saiu da minha barriga já foi colocada no meu peito para mamar, pele com pele.

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A primeira mamada da Nina direto da minha barriga.

A Nina estava tão assustada, chorou por mais de 20 minutos sem parar, mesmo no meu colo. O mais legal é que nenhuma intervenção desnecessária foi feita.

O meu sangramento foi um descolamento prévio de placenta, o que por si só já era indicação de cesárea. Mas, se isso não bastasse, Nina tinha mais de 1 metro de cordão umbilical, nó verdadeiro, mecônio, desaceleração dos batimentos cardíacos e estava com a cabeça defletida, o que fez com ela nascesse com o nariz bem amassado, porque ela tentava “descer”, mas não conseguia… Tadinha!

Corremos risco de vida de verdade, nós duas… Até hoje fico arrepiada só de pensar. Gratidão sempre!

Olha o relato da minha doula sobre o parto da Nina:

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Muito amor envolvido nessa foto! Estava tão feliz que todo o cansaço (olha as minhas olheiras!) sumiu em 1 segundo.

Muito amor envolvido nessa foto! Estava tão feliz que todo o cansaço (olha as minhas olheiras!) sumiu em 1 segundo.

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Nos próximos dias vou postar a 3ª Parte do post com o meu relato do parto do David. Te espero!

Se você se identificou, deixe seu comentário. Eu abri o meu coração e será um prazer imenso saber um pouco mais de você, da sua história. Juntas podemos ajudar muitas mães e futuras mamães.

Bjs,

LALÁ 


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2
dez
Por que eu tive 3 cesáreas – 1ª Parte

Antes de começar queria dizer que a ideia desse post não é polemizar, julgar, muito menos ser exemplo para ninguém. 

Pelo contrário, eu, como mãe e com um blog sobre maternidade achei que seria legal compartilhar minhas experiências, minhas dificuldades e tentar diminuir os rótulos e os julgamentos. Já li muitas críticas à cesárea, já li textos ridicularizando o parto normal e natural, mas acredito que existe um meio termo, eu acredito, porque eu vivi exatamente isso!

Depois de anos eu finalmente consegui terminar esse post, sem dúvida o que mais mexeu comigo. Eu abri o meu coração e aqui está o resultado, espero que gostem:

(O post ficou gigante, por isso dividi em 3 partes)

 

Mãe da Bella, da Nina e do David, mas pode me chamar de Lalá

Deixa eu me apresentar de novo, sou mãe de 3: Bella, Nina e David e vivi os momentos mais incríveis e também os mais assustadores da minha vida durante os meus 3 partos.

Cesárea nunca foi uma opção pra mim, mas mesmo assim tive que passar por 3 cesáreas, cada uma de um jeito e por um motivo.

 

A 1ª vez 

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Na 1ª gestação, eu não tinha a menor ideia o que seria parto humanizado e apenas sonhava com um parto normal. Lá no fundo eu sabia que isso era o melhor pra minha filha.

Nessa época, eu não sabia que faria toda a diferença me preparar durante a gestação para um parto normal, eu achava que bastava ter o desejo, expor isso para o médico e esperar a chegada do bebê. Mas não foi bem assim…

Bella ficou na minha barriga até a 42ª semana, apesar de todos me dizendo que eu estava pondo sua vida em risco, porque já estava além do prazo (o que no Brasil acham que são 38 semanas, mas no mundo todo são 40). Quando vieram as contrações, fomos correndo assustados para o hospital.

Chegando lá foi constatado que eu já estava com a bolsa rota e com mecônio e o médico fez um ultimato: teria que ser cesárea ou ele não se responsabilizaria saúde do bebê.

Foi um susto pra mim! Eu não estava preparada para uma cesárea. Chorei, questionei o médico, discuti com o marido, mas naquela situação, diante da possibilidade da minha bebê correr algum risco, aceitei a cesárea.

Eu com o nariz inchado de tanto chorar.

Eu com o nariz inchado de tanto chorar.

E em menos de 20 minutos minha 1ª filha nasceu super gordinha com 3,810kg.

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Assim que a Bella nasceu, me mostraram seu rostinho muito rapidamente e logo a tiraram para medí-la, pesá-la e fazer todos os procedimentos tidos como “padrões”. Esses foram os minutos mais longos da minha vida (e acredito que para qualquer mãe).

Eu não sabia quais eram esses procedimentos “padrões”, mas só sabia que minha filha deveria mamar o quanto antes no meu peito. Existe coisa melhor para o bebê ao nascer do que ficar em contato com a pele da mãe? Naquela época infelizmente eu não sabia dos meus direitos como mãe, nem que existiam procedimentos desnecessários. (Fica aqui a dica com um post completo sobre tais procedimentos.)

Infelizmente os médicos acharam estranho esse meu pedido, pois eu ainda estava tendo a minha barriga “costurada”. Mas, para mim isso era a coisa mais natural do mundo e eu continuei insistindo, tanto que me deixaram dar de mamar após os exames de rotina, ainda na 1ª hora (período importante para desenvolver o início da amamentação, porque o bebê ainda está desperto).

Eu digo “deixaram”, porque logo após uma cesárea é necessário ter alguma ajuda para posicionar o bebê no peito, em meio a tantos acessos no braço, a posição deitada, a tontura da anestesia… Sem falar que os medico precisam autorizar esse procedimento e adiar a ida do bebê ao berçário para ficar em observação.

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No momento em que a Bella começou a mamar no meu peito toda a minha tristeza em não ter parido sumiu na mesma hora. O que mais poderia importar nesse momento tão especial? Virei mãe já com uma grande lição: se não foi o parto que eu queria, foi o parto possível.

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Gratidão sempre.

Nos próximos dias vou postar a 2ª e a 3ª partes, com os relatos dos partos da Nina e do David.

Te espero!

Bjs,

LALÁ 

P.S.: Se você se identificou, deixe seu comentário. Será um prazer imenso saber um pouco mais de você, da sua história. Com certeza juntas podemos ajudar muito mais mães.

 


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